TJAM “esticou” concurso para “encaixar” filhos de magistrados, revela reportagem do Intercept

A jornalista Nayara Felizardo do Intercept Brasil produziu reportagem sobre o que ela classificou como “uma terra de dinastias”, referindo-se ao Tribunal de Justiça do Amazonas, onde algumas famílias conseguem ser predominantes na folha de pagamento.

A jornalista ouviu fontes em Manaus, tentou obter informações junto ao Conselho Nacional de Justiça e ao próprio Tribunal, mas esbarrou na eterna cerca invisível e sigilosa que protege esses casos. Ela relatou que “mesmo evitando falar abertamente sobre o que estava investigando, fiquei com a impressão de que todos já estavam sabendo da minha pauta na cidade, mas ninguém queria se comprometer. “O melhor é não mexer com o sistema”, disse o advogado criminal que aceitou falar comigo sob a condição de anonimato. As dinastias dentro do judiciário amazonense, pelo visto, não estão acostumadas a serem confrontadas sobre o seu reinado”.

Um dos casos mais curiosos que ela narra na reportagem foi a “esticada” que o TJAM deu para encaixar uma juíza que havia passado em 51ª em concurso que previa apenas 23 vagas.

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