O corregedor-geral da Justiça Eleitoral no TSE, ministro Jorge Mussi, determinou que operadoras de telefonia informem, no prazo de três dias, as linhas de quatro empresas e de seus respectivos sócios supostamente contratados para disparar mensagens em massa pelo WhatsApp.

A decisão desta quinta-feira (10/9) foi motivada pela Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 0601782-57, que foi ajuizada pela coligação Brasil Soberano (PDT/Avante) contra a chapa composta pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, e o vice Hamilton Mourão.

A ação aponta prática de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. O texto ainda cita reportagens veiculadas na imprensa que revelaram que empresas apoiadoras da campanha teriam contratado à Quick Mobile Desenvolvimento e Serviços, à Yacows Desenvolvimento de Software, à Croc Services Soluções de Informática e à SMSMarket Soluções Inteligentes pacotes de disparos em massa de mensagens na ferramenta WhatsApp contra os candidatos da chapa do PT-PC do B no pleito presidencial de 2018.

5/6/2017- Brasí;ia- DF, Brasil- Na próxima terça-feira (6), será retomado no Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 194358, um dos maiores dos últimos anos. Devido à expectativa de que um grande número de pessoas circulará no prédio do Tribunal durante o julgamento, a segurança no local e nos arredores será consideravelmente reforçada. Foto: STE

Processo: Aije 0601782-57 (PJe)

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