Sem descansar um único dia no mês, o médico com quatro diferentes funções trabalhava 106 horas semanais em oito empregos distribuídos por quatro cidades

Uma reportagem de Wanderley Preite Sobrinho, publicada no UOL nesta segunda-feira mostra o impressionante caso do médico paulista José Usan Júnior, que consegue acumular oito empregos em quatro cidades, sendo que cinco são públicos, com uma “carga de trabalho” de 106 horas semanais.

Para o Ministério Público em Araçatuba, cidade do interior de São Paulo, o caso é emblemático. Quando investigava denúncia contra 60 médicos “fantasmas”, os acusados concordaram em devolver recursos recebidos indevidamente, menos José Usan, que decidiu ir para a justiça.

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Usan Júnior a pagar multa de R$ 1.1 milhão.

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